30 de junho de 2010

F OFF

Só para não te sentires só.
Pensava que a nossa amizade não precisava de um texto para sobreviver ...

SFUP

Tudo começou à, quase, dois anos. E sim, as saudades já apertam e muito. Conhecer-vos, foi espectacular, maravilhoso, espantoso, …, não há palavras para descrever.
Quando aí fomos, a Loures, receberam-nos tão bem… Não queriam que nos faltasse nada, estava tudo impecável.
Ao início havia muita vergonha porque não nos conhecíamos uns aos outros, mas isso depressa desapareceu… Foi como já nos conhecêssemos há anos.
Para passar o tempo, jogávamos Ténis de Mesa, cantávamos, jogávamos Snooker/Bilhar (a primeira vez que peguei num taco, iei).
Para grande pena minha/nossa, os dias na vossa companhia estavam a acabar, era tudo uma questão de milésimos de segundos. Não queríamos voltar, queríamos que aquela semana durasse eternamente, mas não… acabou bem depressa.
Nas vésperas de cá chegarem, a nossa única preocupação era receber-vos da mesma forma ou ainda melhor. Queríamos que se sentissem em casa (claro que não é a mesma coisa, até porque aí há muita movimentação enquanto que aqui é um sítio calmo).
Todos juntos, passámos dias fantásticos e completamente inesquecíveis, até porque pessoas como vocês ficam para sempre na memória.
Sim, quero mais. Quero que todos os momentos ao vosso lado, se repitam. Quero voltar a ver-vos, a todos.
Para sempre SFUP, sempre.

Por tudo

Não sei explicar, mas…
- por te ver raramente;
- por te olhar nos olhos tão intensamente das vezes que te vejo;
- por te desejar mais a cada dia que passa;
- por existir clima de todas as vezes que estamos juntos;
- por não seres perfeito;
- por teres um sorriso irregular.
(e por tudo o que me fazes sentir)
Não consigo deixar de pensar em ti, muito pelo contrário.
Agora, pergunto-me:
«Estarei eu apaixonada por ti?»

Não posso prometer-te isso, desculpa.


Pedes-me para não falar, para esquecer. Achas mesmo que sou capaz de fazer isso? Não consigo prometer-te uma coisa dessas. A fim e ao cabo iria ser uma promessa quebrada, infelizmente. Vejo no teu olhar que não é isso que tu queres, e porque é que me dizes isto agora? Porquê agora, que estamos separados? Será pela distância? Desconfio muito, até porque ela já existe desde o início. Gostava tanto de poder “obedecer-te”, mas não sou capaz de quebrar tudo aquilo que nos unia, tudo aquilo que construímos juntos. Já que queres assim tanto que eu esqueça, porque não me esqueces tu? Porque não és tu a dizer o último adeus? Diz-me, vá.

15 de junho de 2010

68.AD.52


“Conheci-te” em casa da minha avó. Achei estranho a tua presença lá e fiquei feita parva a olhar para ti, porque não te conheci-a, eras tão elegante e eu nunca te tinha visto antes. Nem parecias real, se queres que te diga.
Visto que estavas ao pé da minha avó, aproximei-me de ti, pois tinha de ir falar com ela.
Foi então que o tempo parou, sorriste-me e eu senti-me tão leve como uma pena, como se me tivesses levado até às nuvens.
«Boa Noite, tudo bem?»
Perguntaste-me tu, nem queria acreditar que estavas a falar comigo, era impossível de acreditar.
Respondi-te que sim, e foi ai que me cumprimentaste. Aí sim, aí eu já não estava ali, estava bem longe dali, a sonhar. Aquele momento passou tão rápido que nem dei conta que te estavas a afastar de mim, cada vez mais e mais. Depois do jantar e da tua ausência, julguei que nunca mais te iria ver, que nunca mais iria poder sentir a tua essência, julguei que o meu sonho tinha acabado. Mas, estava enganada, para grande felicidade minha.
Desde esse dia que uma enorme vontade de falar contigo, de te pedir o número (ou alguma maneira de te contactar), me invade a alma. Nunca mais me esqueci da tua feição, apesar de, naquele dia, em casa da minha avó, a noite ter sido bem negra e intensa, era como se a noite adivinhasse que iria desejar-te, e era necessário haver clima.
Quando te reencontrei, fiquei felicíssima e não queria acreditar que eras mesmo tu, não conseguia acreditar que estavas mesmo ali, outra vez, ao meu lado. Agora, vejo-te várias vezes por semana, e isso é excelente. Quando nos cruzamos, nunca és capaz de falar, nunca dizes nada… limitas-te, apenas, a esboçar o teu maravilhoso sorriso e a encantar-me com o teu olhar.
Serás, algum dia, capaz de me dizer um OLÁ? Sinceramente, não me parece que sejas capaz de o fazer. Mas, se algum dia o fizeres, serei a pessoa mais concretizada à face da terra, e porquê? Porque gosto de ti? Não, não é isso. Porque despertas a minha atenção? Sim, pode ser… Mas ainda não é isso. Então? Não tens mais nenhuma questão?! Queres saber porquê? Porque a tua beleza é a minha inspiração de vida, como se eu dependesse de ti para sobreviver, como se estivéssemos interligados, desde sempre. Podes até achar que sou uma obcecada qualquer, ou até mesmo uma tarada. Pois bem, estás bem enganado. Só quero conviver contigo, quero que me expliques como pode coexistir tanta beleza e naturalidade ao mesmo tempo, numa só pessoa. Explicas?!

Not Alone

- I go away alone? I don’t know. But, I think you go with me, right?
- Don’t worry, I’m here sweetheart.
- I hope so baby.
- Hope?
- Yes hope, I don’t know you go with me…
- Yes I go with you, I never love someone, and you are the first girl on my live…
- You go with me? Seriously?
- Of course, I love you. I never let you go without me.
- Oh, thank you baby. I love you more, more and more.
- I don’t think so, but that’s ok (:

Olé, Madalena, Olé!

«Professora Belíssima,


Uma Equipa Fantástica,


Maria Inês Olé, És a Nossa Fé.»

8 de junho de 2010

Eu sabia :)

E ganhámos mesmo :DD

3 de junho de 2010

Irrealidade prematura

Nunca tenho tempo para nada, a não ser para ouvir as tuas queixas. Well, fartei-me de as ouvir.
Esquecer os prolemas e ir em frente, yupe ;)


Passando à frente, amanhã (ap) Terceira :DDDD
Yess, We gonna win :P
- Capitã: « Cardeal, Cardeal, Cardeal »
- Nós: « Ganhar, Ganhar, Ganhar»

Vamos ficar a dormir na Residencial Salles @

Um único objectivo...

ARRASAR

Não era impossível

Se o meu horizonte pudesse ter apenas o tom de azul,
Se a vida fosse perfeita como imaginamos,
Se a sorte e o azar existissem,
Tudo era possível.

2 de junho de 2010

Não te quero ver assim...

O que se passa? - perguntar-te-ia eu, se tivesse oportunidade...



Nunca me respondes-te, via apenas os teus olhos feitos em àgua. Já não conseguia ver o brilho nos teus olhos, já não tinham os tons de oceano, tinham sim, um enorme padrão de cinza.
Estavas a afogar-te a ti própria e porquê? Eu não sabia.
Já nem sorrias, apenas choravas.
Eras (e certamente que voltarás a ser) uma pessoa alegre e cheia de vida, não desistas assim.
Infelizmente, nem tudo é como nós queremos...
Quero voltar a ver os teus olhos azuis, o teu sorriso. Quero que voltes a ser o que eras, faz isso por ti e "alegra-te".

1 de junho de 2010

Que remédio xD

Posso querer, mas sei que isso não irá bastar. Por isso, terei de esperar.